Pesquisar este blog

Tradutor

Traduzir para Chinês Traduzir para Espanhol Traduzir para Italiano traduzir para françês traduzir para inglês traduzir para alemão traduzir para japonês Traduzir para Russo Traduzir para Árabe

domingo, 17 de outubro de 2010

Brasileiro faz curso até de madrugada para subir na vida

Entre 2003 e 2009, a renda individual do brasileiro cresceu 3,8% ao ano. Entre os 20% mais pobres, esse crescimento foi duas vezes maior. A novidade trazida por Néri é a comparação da renda com o nível de escolaridade e com a jornada de trabalho. No mesmo período, os brasileiros mais pobres conseguiram aumentar os anos de estudo em 5,19%, enquanto esse índice entre os mais ricos nem sequer chegou a 1%. Por sua vez, as horas de trabalho dos trabalhadores das classes C e D diminuíram.

Um levantamento do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semeesp) constatou que 72% dos estudantes que concluem o ensino superior conseguem aumento salarial. "A produtividade do profissional aumenta e o salário é reajustado também", explica o economista Rodrigo Capelato, diretor executivo do sindicato.

Os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram essa evolução: numa família em que todos os membros têm no máximo o ensino médio, a renda mensal gira em torno de R$ 1.659,99. Quando alguém, na casa, tem o diploma de graduação esse valor vai para R$ 4.296,05.

"Parece estranho, porque em alguns segmentos da sociedade ter ensino superior hoje é o mínimo. Mas o fato é que essa é uma realidade distante da maioria e quem consegue esse feito se destaca", diz Hélio Zylberstajn, pesquisador do Observatório do Emprego e presidente do Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho (Ibret). No País, cerca de 44 milhões de famílias não sabem o que é ter alguém numa universidade.

Desde o ano passado, o horário é oferecido pelo Centro Universitário UniÍtalo, na zona sul de São Paulo, pela metade do preço. Dos 10 mil alunos, 1,1 mil estudam de madrugada. "Há dois anos decidimos focar nas classes C e D e sentimos necessidade de oferecer horários diferentes para esses alunos, que precisam trabalhar para pagar os estudos", diz o pró-reitor de graduação Luiz Carlos de Souza.

Fonte G1

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O Desafio do Pré-Sal. Discovery Channel

Fotos # 1º Seminário Pré-Sal e Portos‏ #